Arquivo de julho, 2012

Por Sundeksp para Aliens na Terra

Uma das principais fotos da ufologia mundial é essa tirada de uma câmera de alta resolução instalada na parte de baixo de um avião quando sobrevoava o Lago Cote, localizado na Costa Rica no dia 04 de setembro de 1971.

Destaque no OVNI do Lago Cote

Um grupo de quatro pessoas sendo um especialista em fotografia aérea, um geógrafo, um topógrafo e um piloto, todas trabalhando para o governo Costa-riquenho (mais…)

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Objeto desconhecido no céu da Califórnia – Julho/12

Publicado: 31 de julho de 2012 por sundeksp em Videos & Relatos
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Vídeo gravado em Stockton na Califórnia nos EUA em 26 de julho de 2012.

Detalhe do objeto ou seria planeta?

Nas imagens gravadas com uma câmera sem um zoom potente podemos ver um estranho ponto brilhante em um céu diurno. Podemos perceber que o objeto alterna, em alguns momentos, suas cores e que se move lentamente, o que pode ser também reflexos do sol e movimentos da câmera. O vídeo não possui (mais…)

A imagem divulgada pela Nasa compara as órbitas de de um típico asteroide próximo da Terra (em azul) e um asteroide potencialmente perigoso (em .... Foto: Nasa/DivulgaçãoA imagem divulgada pela Nasa compara as órbitas de de um típico asteroide próximo da Terra (em azul) e um asteroide potencialmente perigoso (em vermelho), com a da Terra (em verde)
Foto: Nasa/Divulgação

 A Nasa divulgou nesta segunda-feira um diagrama que ilustra as diferenças entre as órbitas de um típico asteroide próximo da Terra (em azul) e um asteroide potencialmente perigoso (PHA, na sigla em inglês, em vermelho). PHAs são um subconjunto de asteroides próximos da Terra (NEAs) e têm órbitas próximas à do nosso planeta, chegando a cerca de 8 milhões de km. Eles também são grandes o suficiente para sobreviver à passagem pela atmosfera terrestre e causar (mais…)

Sonda espacial Cassini registrou fenômeno que pode ajudar cientistas a compreender como funciona um tipo raro de deslizamento

A lua saturniana de Iapetus, vista pelas lentes da sonda americana CassiniIapetus, vista pelas lentes da sonda americana Cassini    (Nasa)

A sonda americana Cassini registrou trinta avalanches de gelo em Iapetus, a terceira maior lua de Saturno. Os eventos foram iniciados por grandes meteoritos e dão pistas sobre o funcionamento de deslizamentos na Terra. O trabalho foi publicado no periódico Nature Geoscience.

Iapetus tem um ambiente perfeito para avalanches. Há crateras e penhascos de até (mais…)

Nasa capta a mais nítida imagem da atmosfera do Sol

Publicado: 30 de julho de 2012 por sundeksp em Reportagens
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Novo telescópio registrou cenas da atividade solar cinco vezes mais nítidas do que se via até então

Imagem da NASA na mais alta resolução já feita, da corona solar (Hi-C), no comprimento de onda ultravioleta extremo

Corona solar captada pela Nasa mostram detalhes nunca antes observados pelos cientistas   (NASA)

A Nasa (agência espacial americana) divulgou as mais nítidas imagens já registradas até então da atmosfera do Sol, chamada de corona solar. Com imagens mais claras e mais detalhadas, cientistas esperam entender melhor o comportamento da (mais…)

Vídeo gravado nas colinas Clent que ficam 15 km a sudoeste da cidade de Birmingham no centro Clent, Worcestershire, Inglaterra em 29 de julho 2012 por volta das 2:50h da manhã, horário local.

Nas imagens podemos ver um objeto que aparenta ter a forma de triangulo, de tamanho grande, com pelo menos quatro luzes da mesma tonalidade. Não existem vestígios de fraude na gravação. Seria novamente um dirigivel ou trata-se realmente (mais…)

Nasa revela estratégia ousada para pousar sonda em Marte

Publicado: 30 de julho de 2012 por sundeksp em Reportagens
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Um guindaste auxiliará a Mars Curiosity no pouso. Foto: BBC BrasilUm guindaste auxiliará a Mars Curiosity no pouso
Foto: BBC Brasil

O chefe da missão da Nasa que vai enviar a sonda Mars Curiosity para Marte revelou a estratégia ousada para o pouso no planeta. Adam Steltzner e a equipe da agência espacial americana criaram um plano para que o veículo de exploração pouse em segurança. O veículo vai recolher dados geológicos do planeta vermelho.

Ao entrar na atmosfera, a sonda estará em uma velocidade muito alta. Um paraquedas vai se abrir e diminuir esta velocidade, mas ainda não será o bastante para que o veículo chegue à superfície em segurança.

Um radar analisa o local do pouso, e o veículo vai se desprender dos paraquedas, ligar os foguetes e começar o pouso propriamente dito. A apenas 20 m de altura, o veículo se soltará parcialmente da parte onde ficam os foguetes e ficará pendurado por um guindaste e, desta forma, pendurado, o veículo de exploração tocará a superfície de Marte. A operação deve ocorrer em agosto.

Fonte: BBC Brasil

A nuvem RCW 88 está situada a cerca de dez mil anos-luz de distância . Foto: ESO/DivulgaçãoA nuvem RCW 88 está situada a cerca de dez mil anos-luz de distância
Foto: ESO/Divulgação

 Na Terra, os casulos estão associados à vida nova. Também há “casulos” no espaço, mas em vez de protegerem larvas enquanto elas transformam em borboletas, são os locais de nascimentos de novas estrelas. A nuvem vermelha na imagem divulgada nesta segunda-feira pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) é um exemplo dessas regiões de formação estelar.

Obtida com o instrumento EFOSC2, montado no New Technology Telescope, do ESO, a imagem mostra uma nuvem chamada RCW 88, situada a cerca de dez mil anos-luz de distância e com uma dimensão de cerca de nove anos-luz. Ela é feita de hidrogênio gasoso brilhante, que rodeia as estrelas recém-formadas. As novas estrelas formam-se de nuvens de hidrogênio à medida que estas colapsam sob o efeito da sua própria gravidade. Algumas das estrelas mais desenvolvidas, que já brilham intensamente, podem ser vistas pela nuvem.

Estas estrelas jovens e quentes são muito energéticas e emitem enormes quantidades de radiação ultravioleta, o que faz com que os elétrons se libertem dos átomos de hidrogênio da nuvem, deixando apenas os núcleos positivamente carregados – os prótons. À medida que os elétrons são recapturados pelos prótons, emitem radiação H-alfa, a qual tem um brilho vermelho bastante característico.

Observar o céu através de um filtro H-alfa é o modo mais simples de os astrônomos descobrirem estas regiões de formação estelar – e foi um dos quatro filtros utilizados para produzir a imagem.

Fonte: Portal Terra

Pesquisadores confirmaram que a maioria das bandeiras das missões Apollo ainda estão na Lua
Foto: Getty Images

Imagens do Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO, na sigla em inglês) da Nasa mostram que bandeiras americanas plantadas na Lua pelos astronautas das missões Apollo estão, em sua maioria, ainda de pé. A sombra das bandeiras pode ser vista nas imagens, exceto a de uma, plantada durante a expedição da Apollo 11.

Segundo a BBC, o LRO foi criado para produzir os mais detalhados mapas da superfície lunar até hoje. Cada uma das missões Apollo (mais…)

Telescópio registra imagem de ‘acampamento’ de estrelas

Publicado: 30 de julho de 2012 por sundeksp em Reportagens
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A Messier 68 foi catalogada em 1780 pelo astrônomo Charles Messier . Foto: ESA/Nasa/DivulgaçãoA Messier 68 foi catalogada em 1780 pelo astrônomo Charles Messier
Foto: ESA/Nasa/Divulgação

 O telescópio espacial Hubble, projeto da Nasa e da Agência Espacial Europeia (ESA), registrou a imagem da Messier 68, um “acampamento” estelar – região esférica lotada de estrelas -, conhecido como aglomerado globular. A Messier 68 está localizada a cerca de 33 mil anos-luz da terra na constelação Hydra. O astrônomo francês Charles Messier catalogou o objeto em 1780.

A atração gravitacional mútua com as milhares – ou mesmo bilhões – de estrelas de um aglomerado mantém os membros estelares em cheque, permitindo que aglomerados globulares permaneçam juntos por bilhões de anos.

Os astrônomos podem medir as idades dos aglomerados observando a luz das estrelas que os constituem. Os elementos químicos deixam assinaturas nessa luz, que revela que as estrelas de um aglomerado geralmente contêm menos elementos pesados, como carbono, oxigênio e ferro, do que estrelas como o Sol.

Desde que gerações sucessivas de estrelas criaram esses elementos gradualmente por meio da fusão nuclear, estrelas que contêm menos desses elementos são relíquias de épocas antigas do universo. As estrelas em aglomerados globulares estão entre as mais antigas já registradas, remontando há mais de 10 bilhões de anos.

Mais de 150 desses objetos cercam a Via Láctea. Em uma escala galáctica, aglomerados globulares não são tão grandes. No caso da Messier 68, as estrelas se estendem um volume no espaço com um diâmetro de pouco mais de uma centena de anos-luz. O disco da Via Láctea, por outro lado, se estende ao longo de aproximadamente 100 mil anos luz ou mais.

Fonte: Portal Terra