Posts com Tag ‘2013’

OVNI Cavalo Marinho na Irlanda???? Setembro/13

Publicado: 23 de setembro de 2013 por sundeksp em Videos & Relatos
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Vídeo de estranho objeto gravado em Belfast, na Irlanda em setembro de 2013.

Destaque no OVNI Cavalo Marinho

Destaque no OVNI Cavalo Marinho

O OVNI dessa gravação possui um formato nada convencional, o de um Cavalo Marinho ou se preferir de um ponto de interrogação (?). Nas minhas analises, pude perceber que o objeto é feito com algum tipo de metal, pois podemos ver a forma como o sol reflete quando seus raios de luzes o tocam. Não consegui encontrar (mais…)

Pontos luminosos próximos a navio nos EUA – Setembro/13

Publicado: 23 de setembro de 2013 por sundeksp em Videos & Relatos
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Vídeo gravado de uma praia da Califórnia nos Estados Unidos em setembro de 2013 mostra pontos luminosos sobrevoando um navio ou voando atrás dele.

Interessante a movimentação desses objetos de luzes!
No primeiro momento do vídeo, três pontos luminosos se fazem presente na gravação. Alguns segundos depois, um quarto ponto brilhante aparece repentinamente no cenário. Nesse momento, o objeto postado a esquerda sai de cena, em uma manobra que deixa claro não ser um simples sinalizador. Logo em seguida, mais dois voam ao infinito, desaparecendo da imagem. Ao final do vídeo, o ultimo ponto também da adeus e some nas profundesas do céu!


Enviado ao Youtube por looknowtv

Um professor da Universidade de Sheffield (Reino Unido) afirma ter coletado material orgânico a 27 mil m de altitude. Segundo Milton Wainwright, não é conhecido nenhum fenômeno natural capaz de levar essas partículas a essa altitude, com exceção de violentas erupções vulcânicas. Contudo, como nenhum vulcão entrou em erupção nos últimos três anos na região pesquisada, Wainwright conclui que a única fonte possível para essas “entidades biológicas” é o espaço. As informações são do Huffington Post.

Segundo o Huffington Post, Wainwright divulgou seu estudo no Journal of Cosmology, uma publicação especializada controversa, com uma política de revisão por pares “questionável”. O professor admite, contudo, que pode ser descoberto um processo natural que tenha levado as partículas à estratosfera.

O próximo passo, afirma o pesquisador, é descobrir se o material é realmente de fora da Terra. “O experimento absolutamente crucial será o que é chamado de ‘fracionamento isotópico’. Nós vamos pegar algumas amostras que isolamos da estratosfera e introduzir em uma máquina complexa. Um botão será apertado. Se a proporção de isótopos nos der um número, então os organismos serão da Terra, se der outro, eles são do espaço.”

Fonte: Portal Terra

Localizada na Constelação de Escorpião, a nebulosa é conhecida como maternidade estelar, pelo grande número de estrelas que nascem no local
Nebulosa do Camarão: na luz visível, estrelas aparecem azuis e um pouco esbranquiçadas.              Nebulosa do Camarão: na luz visível, estrelas aparecem azuis e um pouco esbranquiçadas.              (Divulgação/ESO)

O VLT Survey Telescope (Telescópio de Rastreio do VLT) — um dos maiores telescópios do mundo, situado em Paranal, no norte do Chile — obteve o que é considerada a imagem mais nítida já vista da Nebulosa do Camarão. A região, localizada a 6.000 anos-luz da Terra, é chamada de maternidade estelar por ter um grande número de estrelas recém-nascidas aninhadas entre as nuvens que compõem a nebulosa. As fotos foram divulgadas nesta quarta-feira pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, sigla em inglês).

A Nebulosa do Camarão se encontra na Constelação de Escorpião, uma região cheia de nuvens de gás que produzem jovens estrelas brilhantes e quentes, e de amontoados de poeira escura. A formação também é conhecida como Gum 56 — em homenagem ao astrônomo Colin Gum, que publicou um catálogo sobre áreas espaciais semelhantes à Nebulosa em 1955 — e tem uma extensão que equivale a quatro vezes as dimensões da Lua Cheia. Apesar do tamanho, a Nebulosa tem sido ignorada pelos observadores porque a maior parte de sua luz é emitida em um comprimento de onda que os olhos humanos não conseguem ver.

Nas imagens obtidas pelo ESO, é possível identificar o Collinder 316, um grande aglomerado estelar disperso que faz parte de um conjunto ainda maior de estrelas luminosas na região da Nebulosa. Além do Collinder, também são observadas diversas estruturas ou cavidades de cor mais escura, de onde o material interestelar foi expulso por fortes correntes de vento geradas pelas estrelas quentes das proximidades.

VST — O VST, ou VLT Survey Telescope, tem 2,6 metros de diâmetro e foi construído ao redor da câmera OmegaCam, capaz de produzir fotografias em resolução muito alta: até 268 megapixels.

As imagens obtidas pelo VST foram trabalhadas para que suas cores se sobressaíssem ainda mais. Para isso, foram usadas fotografias registradas por um astrônomo amador chamado Martin Pugh, que faz suas observações na Austrália, usando pequenos telescópios.

Fonte: Portal Veja

A equipe de cientistas considerou “que a Terra deixará de ser habitável em algum momento dentro de 1,75 bilhão e 3,25 bilhões de anos

A quantidade de tempo habitável de um planeta é relevante pois revela dados sobre a possibilidade de evolução da vida complexa Foto: Nasa / Divulgação 
A quantidade de tempo habitável de um planeta é relevante pois revela dados sobre a possibilidade de evolução da vida complexa
Foto: Nasa / Divulgação

​As condições que fazem com que o planeta Terra seja habitável durarão, pelo menos, outro 1,75 bilhão de anos, segundo um estudo (mais…)

Intrigante OVNI no céu do Reino Unido – Set/13

Publicado: 18 de setembro de 2013 por sundeksp em Videos & Relatos
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Imagens capturadas no dia 14 de setembro de 2013 no Reino Unido apresentam um tipo de OVNI diferente daqueles que estamos acostumados a ver por aí. Parece um ser com traje espacial mas no lugar da cabeça vemos apenas uma luz piscante.

Imagem do estranho objeto capturada da gravação com zoom

Imagem do estranho objeto capturada da gravação com zoom

Achei bastante interessante esse vídeo, pois não mostra apenas a boa e (mais…)

Estranho objeto em desfile militar no México! Set/13

Publicado: 18 de setembro de 2013 por sundeksp em Videos & Relatos
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No desfile aéreo do dia 16 de setembro de 2013 no México um estranho objeto chama a atenção de um telespectador local: uma esfera nada convencional que praticava movimentos ainda menos normal. O captador das imagens por um bom tempo deixa os caças de lado e tenta de todas as formas captar esse estranho objeto.

Veja o vídeo:

Em alguns momentos o movimento do estranho objeto lembra uma pipa. Reparem e fiquem a vontade para comentar!

A teoria da panspermia defende que a vida chegou à Terra por meio de impactos de meteoros, em uma época em que o Sistema Solar era mais jovem e os bombardeios de corpos celestes mais frequentes.

Colisão Terra Asteroide

Segundo alguns pesquisadores, a vida na Terra poderia ter sido trazida por um asteróide (Jupiterimages)

No longa Prometheus, de Ridley Scott, uma equipe de exploradores espaciais segue um mapa estelar à procura do que, acreditam, seja o começo da vida na Terra. A crença de que a vida teve origem em outra parte do Universo e chegou à Terra por meio do impacto de (mais…)

A Nasa lançou na noite de 7 de stembro, a partir de uma ilha no litoral da Virgínia uma cápsula robótica que orbitará a Lua para resolver um mistério de cinco décadas: os crepúsculos lunares. A sonda chamada Explorador de Atmosfera e Ambiente de Pó Lunar (LADEE na sigla em inglês) tem o tamanho de um automóvel compacto, pesa 383 quilos e partiu segundo o programado às 0h27 (horário de Brasília) do sábado desde a instalação da Nasa em Wallops Island, acoplada em um foguete Minotaur V, usado pela primeira vez para este tipo de missões. 

Um dos propósitos da missão, disse a agência, é determinar se há pó lunar no alto da atmosfera da Lua Foto: AP 
Um dos propósitos da missão, disse a agência, é determinar se há pó lunar no alto da atmosfera da Lua
Foto: AP

Um dos propósitos da missão, disse a agência, é determinar se há pó lunar no alto da atmosfera da Lua. O veículo espacial traçou um arco (mais…)

Cientistas encontram provas de água em grãos minerais da Lua

Publicado: 27 de agosto de 2013 por sundeksp em Reportagens
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Cientistas encontraram provas de água em grãos minerais da superfície da Lua de origens ainda desconhecidas na profundidade do satélite, informou a Nasa nesta terça-feira.

Os pesquisadores usaram dados coletados pelo Instrumento de Mineralogia (M3) da Nasa a bordo da cápsula Chandrayaan 1, da Organização de Pesquisa Espacial de Índia, e detectaram água magmática, ou seja a originada nas profundezas lunares.

É a primeira detecção desta forma de água a partir de um objeto na órbita da Lua. Estudos anteriores mostraram a existência de água magmática em amostras lunares coletadas pelos astronautas do programa Apollo.

O M3 captou imagens da cratera Bullialdus, causada por um impacto perto da linha equatorial da Lua. A Nasa explicou que os cientistas estão interessados nessa área porque poderiam calculacar melhor o volume de água dentro das rochas devido à localização da cratera e ao tipo de minerais contidos lá.

O pico central da cratera é composto por um tipo de rocha que se forma nas profundezas da crosta lunar e do manto lunar quando o magma fica preso ali.

“Essa rocha, que normalmente fica muito abaixo da superfície, foi escavada desde as profundezas pelo impacto que formou a cratera Bullialdus”, explicou Rachel Klima, geóloga planetária no Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland.

“Na comparação com o entorno, encontramos na porção central da cratera um volume significativo de hidroxila, uma molécula feita de um átomo de oxigênio e um de hidrogênio, o que prova que as rochas nesta cratera contêm água que se originou muito abaixo da superfície lunar”, disse Rachel.

Em 2009, o M3 fez seu primeiro mapa mineralógico da superfície lunar e descobriu moléculas de água nas regiões polares da Lua. Na primeira avaliação os cientistas supuseram que essa água seria uma camada fina formada pelo impacto do vento solar sobre a superfície lunar.

Mas a Bullialdus fica em uma região pouco propícia para o vento solar produzir quantidades significativas de água na superfície.

“As missões da Nasa, como o Prospector Nuclear e o Satélite de Observação e Sensores de Cratera Lunar, e os instrumentos como o M3 coletaram dados cruciais que mudaram radicalmente nossa ideia da existência de água na superfície da Lua”, disse Pete Worden, diretor do Centro Ames de Pesquisa da Nasa em Moffett Field, Califórnia.

A detecção de água dentro de uma observação orbital significa que os cientistas podem provar algumas das conclusões de estudos em amostras em um contexto mais amplo, incluindo regiões distantes de onde chegaram as missões Apollo.

Fonte: Portal Terra