Posts com Tag ‘lua’

Cratera gigante é encontrada na Lua pela 1ª vez em 100 anos

Publicado: 20 de março de 2015 por sundeksp em Reportagens
Tags:, , ,

Descoberta foi feita quando os pesquisadores procuravam evidências da existência de estruturas ocas abaixo da superfície da Lua

Descoberta foi feita após cientistas medirem nível de gravidade dessa região lunar  Foto: BBC / Reprodução

Descoberta foi feita após cientistas medirem nível de gravidade dessa região lunar
Foto: BBC / Reprodução

Uma cratera de 200 quilômetros de diâmetro foi descoberta na Lua por uma sonda da Nasa e identificada por pesquisadores americanos. Os resultados da descoberta foram apresentados durante um encontro científico no Texas. “Eu diria que essa é (mais…)

Sexta-feira terá eclipse solar total, equinócio e superlua

Publicado: 20 de março de 2015 por sundeksp em Reportagens
Tags:, , ,

O único eclipse solar total de 2015 poderá ser visto nesta sexta-feira (20) em países do Hemisfério Norte. Outros dois fenômenos astronômicos ocorrem no mesmo dia. O equinócio, quando o dia e a noite têm exatamente a mesma duração (12 horas), e uma superlua.

© Marcello Casal Jr/Agência Brasil Superlua enfeita o céu no Dia dos Pais (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

© Marcello Casal Jr/Agência Brasil Superlua enfeita o céu no Dia dos Pais (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O equinócio desta sexta-feira marca a chegada do outono no Hemisfério Sul e ocorrerá oficialmente às 19h45, horário de (mais…)

Mistério de lua que balança intriga cientistas

Publicado: 17 de outubro de 2014 por sundeksp em Fotos & Imagens, Reportagens
Tags:

O interior de Mimas, uma das 62 luas conhecidas de Saturno, pode conter água, de acordo com um novo estudo.

NASA/JPL

Antes conhecida por parecer com a “Estrela da Morte” de “Guerra nas Estrelas”, Mimas agora chama a atenção por poder conter um oceano subterrâneo

 

Famosa por causa do formato parecido com a “Estrela da Morte” do filme Guerra nas Estrelas, o satélite apresenta uma espécie de tremor, um movimento oscilante que, segundo astrônomos, é duas vezes maior que o esperado para uma lua com estrutura regular e sólida.

Para os especialistas há duas explicações para o fenômeno de oscilação de Mimas: ou a lua tem um imenso oceano subterrâneo ou tem um núcleo rochoso em formato de bola de rúgbi.

O estudo sobre Mimas foi publicado por um grupo de astrônomos dos Estados Unidos, França e Bélgica na revista Science Magazine.

A existência de água é tida por astrônomos como um dos principais requisitos para a existência de vida em outros planetas.

Interior exótico

A lua de Saturno tem cerca de 400km de diâmetro e é quatro vezes menor que a terrestre. Astrônomos dizem que oscilações na órbita de Mimas tinha desvios de até 6km, o dobro do que se esperava para uma lua com seu porteOs astrônomos basearam seus cálculos em fotos de alta resolução de Mimas enviadas pela sonda espacial Cassini.

A sonda foi enviada ao planeta dos anéis em 1997 e uma de suas principais descobertas foi justamente que Saturno tinha muito mais luas que se supunha – no ano de seu lançamento, astrônomos acreditavam que apenas 18 satélites orbitavam o segundo maior planeta do sistema solar.

Além de construir um modelo em 3-D de Mimas com o auxílio de centenas de imagens de diversos ângulos, os astrônomos mapearam diversos pontos da superfície da lua.

“Depois de examinar a superfície de Mimas, encontramos diversos tremores nos polos”, explicou um dos autores do estudo, Radwan Tajeddine, da Universidade de Cornell (EUA).

Tremores não são incomuns em luas: a Lua terrestre, por exemplo, também passa por pequeno balanços que a fazem mostrar diferentes ângulos de sua superfície com o passar do tempo. Mas Tajeddine e seus colegas descobriram que o vaivém pendular de Mimas é de 6 km, o dobro do que se pode esperar de uma lua com o tamanho e a órbita de Mimas.

A descoberta surpreendeu os astrônomos, para quem Mimas era apenas uma rocha congelada.

 

A Nasa lançou na noite de 7 de stembro, a partir de uma ilha no litoral da Virgínia uma cápsula robótica que orbitará a Lua para resolver um mistério de cinco décadas: os crepúsculos lunares. A sonda chamada Explorador de Atmosfera e Ambiente de Pó Lunar (LADEE na sigla em inglês) tem o tamanho de um automóvel compacto, pesa 383 quilos e partiu segundo o programado às 0h27 (horário de Brasília) do sábado desde a instalação da Nasa em Wallops Island, acoplada em um foguete Minotaur V, usado pela primeira vez para este tipo de missões. 

Um dos propósitos da missão, disse a agência, é determinar se há pó lunar no alto da atmosfera da Lua Foto: AP 
Um dos propósitos da missão, disse a agência, é determinar se há pó lunar no alto da atmosfera da Lua
Foto: AP

Um dos propósitos da missão, disse a agência, é determinar se há pó lunar no alto da atmosfera da Lua. O veículo espacial traçou um arco (mais…)

Cientistas encontram provas de água em grãos minerais da Lua

Publicado: 27 de agosto de 2013 por sundeksp em Reportagens
Tags:, , ,

Cientistas encontraram provas de água em grãos minerais da superfície da Lua de origens ainda desconhecidas na profundidade do satélite, informou a Nasa nesta terça-feira.

Os pesquisadores usaram dados coletados pelo Instrumento de Mineralogia (M3) da Nasa a bordo da cápsula Chandrayaan 1, da Organização de Pesquisa Espacial de Índia, e detectaram água magmática, ou seja a originada nas profundezas lunares.

É a primeira detecção desta forma de água a partir de um objeto na órbita da Lua. Estudos anteriores mostraram a existência de água magmática em amostras lunares coletadas pelos astronautas do programa Apollo.

O M3 captou imagens da cratera Bullialdus, causada por um impacto perto da linha equatorial da Lua. A Nasa explicou que os cientistas estão interessados nessa área porque poderiam calculacar melhor o volume de água dentro das rochas devido à localização da cratera e ao tipo de minerais contidos lá.

O pico central da cratera é composto por um tipo de rocha que se forma nas profundezas da crosta lunar e do manto lunar quando o magma fica preso ali.

“Essa rocha, que normalmente fica muito abaixo da superfície, foi escavada desde as profundezas pelo impacto que formou a cratera Bullialdus”, explicou Rachel Klima, geóloga planetária no Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland.

“Na comparação com o entorno, encontramos na porção central da cratera um volume significativo de hidroxila, uma molécula feita de um átomo de oxigênio e um de hidrogênio, o que prova que as rochas nesta cratera contêm água que se originou muito abaixo da superfície lunar”, disse Rachel.

Em 2009, o M3 fez seu primeiro mapa mineralógico da superfície lunar e descobriu moléculas de água nas regiões polares da Lua. Na primeira avaliação os cientistas supuseram que essa água seria uma camada fina formada pelo impacto do vento solar sobre a superfície lunar.

Mas a Bullialdus fica em uma região pouco propícia para o vento solar produzir quantidades significativas de água na superfície.

“As missões da Nasa, como o Prospector Nuclear e o Satélite de Observação e Sensores de Cratera Lunar, e os instrumentos como o M3 coletaram dados cruciais que mudaram radicalmente nossa ideia da existência de água na superfície da Lua”, disse Pete Worden, diretor do Centro Ames de Pesquisa da Nasa em Moffett Field, Califórnia.

A detecção de água dentro de uma observação orbital significa que os cientistas podem provar algumas das conclusões de estudos em amostras em um contexto mais amplo, incluindo regiões distantes de onde chegaram as missões Apollo.

Fonte: Portal Terra

Pesquisadores confirmaram que a maioria das bandeiras das missões Apollo ainda estão na Lua
Foto: Getty Images

Imagens do Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO, na sigla em inglês) da Nasa mostram que bandeiras americanas plantadas na Lua pelos astronautas das missões Apollo estão, em sua maioria, ainda de pé. A sombra das bandeiras pode ser vista nas imagens, exceto a de uma, plantada durante a expedição da Apollo 11.

Segundo a BBC, o LRO foi criado para produzir os mais detalhados mapas da superfície lunar até hoje. Cada uma das missões Apollo (mais…)

Estudo americano contraria a teoria mais aceita de que o satélite natural teria se formado a partir da colisão da Terra com um corpo celeste do tamanho de Marte

Sem pai: Cientistas afirmam que a Lua é filha única da "mãe" Terra                                        Sem pai: Cientistas afirmam que a Lua é filha única da “mãe” Terra (Liu Jin/AFP)

Uma nova análise química de material lunar coletado durante a missão Apollo, na década de 1970, coloca em contradição a teoria mais aceita de que uma colisão gigantesca entre a Terra e um objeto do tamanho de Marte teria dado origem à Lua há 4,5 bilhões de anos. O estudo foi publicado no periódico britânico Nature Geoscience.

A simulação mais aceita sobre a formação da Lua sugere que ela teve dois “pais”, a Terra e um corpo planetário chamado Theia. Contudo, uma análise de amostras da Lua, Terra e outros meteoritos indica que o material lunar veio apenas da Terra.

Junjun Zhang analisou o titânio de amostras terrestres, lunares e de meteoritos                                                                                                                                  Junjun Zhang analisou amostras de titânio de amostras terrestres, lunares e de meteoritos

O estudo foi conduzido por Junjun Zhang, mestranda em ciências geofísicas na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos e pelo professor dela, Nicolas Dauphas. Os autores explicam que se dois corpos tivessem gerado a Lua, o satélite natural teria herdado material de ambos em quantidades equivalentes. Mas os cientistas descobriram que os materiais analisados da Lua e da Terra eram iguais. “É uma criança de apenas um pai, até onde sabemos”, disse o professor.

DNA espacial – A análise foi feita a partir de isótopos de titânio. Isótopos são versões de um mesmo elemento químico com igual número de prótons, mas não de nêutrons. “Quando olhamos para diferentes corpos celestes, há uma diferença na assinatura de isótopos, como se cada um tivesse um DNA espacial”, explicou Dauphas.

As amostras da Lua e da Terra mostram que o satélite natural tem uma proporção de isótopos de titânio idêntica à da Terra, disse Junjun. “Mesmo após 40 anos da missão Apollo, ainda há muita ciência a ser feita com as amostras que foram trazidas de lá”, disse Dauphas

Fonte: Veja

Pedra lunar trazida pela Apollo 11 revela novos dados sobre a Lua

Publicado: 27 de janeiro de 2012 por sundeksp em Reportagens
Tags:, ,

A Lua pode ter tido um núcleo ígneo como o da Terra – causado por metais líquidos – durante mais tempo do que se pensava, segundo o estudo de uma rocha lunar trazida pelos astronautas da nave Apollo 11 publicado nesta quinta-feira.

A descoberta da magnetização que permanece nas amostras de rochas coletadas pelas missões lunares Apollo e pelas observações da crosta lunar sugerem que a Lua teve um núcleo metálico e um campo magnético de dínamo.

O efeito dínamo consiste na geração espontânea de um campo magnético em um fluido condutor eletricamente neutro com o movimento de rotação. Por exemplo, no caso da Terra, acredita-se que esse campo magnético é causado pelo movimento de convecção do ferro e níquel fundidos no seu núcleo.

Na edição desta semana da revista Science, Erin Shea, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e sua equipe revelam que uma pedra lunar trazida pela Apollo 11, em 1969, registra a evidência de dínamo na Lua há 3,7 bilhões de anos. Há muito tempo a comunidade científica suspeitava que a Lua tivesse um campo magnético de dínamo em seu núcleo.

Estas descobertas abrem uma nova questão ao considerar que o resfriamento do interior da Lua provavelmente não foi o principal impulsionador do dínamo, como sugere a teoria atual. Os pesquisadores precisam encontrar fontes alternativas que podem ter gerado dínamo de tamanha longevidade.

Fonte: Portal Terra

Rússia enviará homem à Lua após 3 missões não tripuladas

Publicado: 24 de janeiro de 2012 por sundeksp em Reportagens
Tags:, ,

A Rússia planeja enviar o homem à Lua depois de várias missões não tripuladas ao satélite natural da Terra, declarou nesta terça-feira o diretor-geral do consórcio aeroespacial Lavochkin, Victor Khartov. “Existe no mundo um renascimento do interesse pela Lua. A Rússia também tem projetos neste sentido. Foram eleitos os locais para a aterrissagem das duas primeiras missões, os polos norte e sul do (mais…)

Voluntários examinariam imagens do satélite na captura da presença extraterrestre

A NASA já divulgou mais de 340 mil imagens feitas pelo LRO, mas a expectativa é que esse número chegue a 1 milhão

Se planos traçados por cientistas forem implementados, centenas de milhares de fotos da Lua serão examinadas em busca de indícios de que extraterrestres visitaram nossa vizinhança cósmica no passado distante. De passagem, esses ETs podem ter deixado mensagens, instrumentos científicos ou evidências de mineração praticada na superfície lunar empoeirada, vestígios que poderiam ser captados por telescópios humanos e naves espaciais em órbita.

Embora as chances de serem encontradas evidências de alienígenas (mais…)