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Conhecido como Delta Aquarídeas, o fenômeno ocorre todos os anos entre os meses de julho e agosto, mas atingirá seu pico nos próximos dias.

A espetacular chuva de meteoritos que poderá ser vista nos céus de todo mundo no fim de semana.

Duas impressionantes chuvas de meteoros poderão ser observadas nos próximos dias

 

Conhecido como Delta Aquarídeas, o fenômeno ocorre todos os anos entre os meses de julho e agosto, mas atingirá seu pico nos próximos dias.
Uma espetacular chuva de meteoros poderá ser observada a partir desta sexta-feira e durante o fim de semana em todo o mundo.

Conhecido como Delta Aquarídeas, o fenômeno ocorre todos os anos entre os meses de julho e agosto, mas atingirá seu pico nos próximos dias.

Segundo astrônomos, até 20 meteoros poderão ser observados por hora.

A chuva de meteoros Delta Aquarídeas é ligada à passagem do cometa 96P/Machholz, descoberto em 1986 por um astrônomo amador.

A lua minguante tornará o fenômeno ainda mais especial, pois com menos luz os meteoros ficam mais visíveis.

As melhores horas para observar o Delta Aquáridas são entre a meia-noite e antes do amanhecer, entre duas e três da manhã.

Quem estiver no Hemisfério Norte, deve olhar para o sul, perto da constelação de Aquário.

Já que vive abaixo da linha do Equador, como é o caso do Brasil, tem mais sorte, pois os meteoros estarão mais visíveis. Será preciso olhar para o norte.

Segundo astrônomos, até 20 meteoros poderão ser observados por hora

 

Perseidas

Contudo, os moradores do Hemisfério Norte poderão ver com mais nitidez as Perseidas, uma outra chuva de meteoros ligada à passagem do cometa Swift-Tuttle, em meados de agosto.

Quem mora acima da Linha do Equador poderá observá-las perto da constelação de Perseu, entre o nordeste e o norte.

Já quem vive no Hemisfério Sul, será preciso olhar em direção ao norte do horizonte.

As chuvas de meteoros ocorre quando a Terra cruza a órbita de um cometa.

Quando está perto do Sol e se aquece, o corpo celeste perde pedaços deixando um rastro de pó.

Chuva de meteoros acontece quando Terra cruza órbita de cometa

“São esses detritos que se chocam com a atmosfera exterior da Terra a 150 km/h, fazendo com que se evaporem como meteoritos ou estrelas”, afirmam especialistas ouvidos pela BBC.

Segundo o site de notícias de ciência Sciencealert, a gravidade da Terra atrai pó e gelo que se desprendem do cometa.

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Nós já vimos no início deste ano, e veremos agora novamente: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno ficarão alinhados por alguns dias antes de cada um deles tomar o seu caminho no céu.

A partir desta semana, e durante mais algumas, os cinco planetas poderão vistos a olho nu durante o pôr do sol – no fim de janeiro e início de fevereiro, eles podiam ser avistados apenas ao amanhecer.

Isso só será possível, segundo David Dickinson, do site de astronomia Universe Today, porque antes tínhamos todos os planetas à nossa frente.

“Agora, os vemos do nosso ‘espelho retrovisor’ porque Marte, Júpiter e Saturno estão na frente, enquanto Mercúrio e Vênus estão correndo para recuperar o atraso”, escreveu Dickinson.

Se você estiver em um espaço aberto sem nuvens, a partir desta quarta-feira poderá ver os cinco planetas vizinhos ao sudoeste da Terra.

Brilho e cor

Para identificar os planetas, preste atenção nas sutis diferenças que você verá no céu. Venus é o mais brilhante de todos, e Júpiter é o próximo na luminosidade. Ambos ainda são visíveis quando o sol está prestes a se esconder.

Marte, por sua vez, é avermelhado e Saturno, amarelado. Ambos brilham com intensidade semelhante.

Encontrar Mercúrio é sempre o maior desafio porque é o menor planeta e pode se esconder facilmente.

O truque do polegar

O astrônomo Jason Kendall, professor adjunto da Universidade William Paterson, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, publicou em seu canal do YouTube um exercício prático para saber se o que você está vendo é um planeta ou uma estrela.

“Feche um dos olhos. Estique o braço e coloque o seu dedo polegar para cima. Lentamente, passe-o de um lado para o outro do planeta ou estrela que você vê no céu. Se a luz se atenuar quando o polegar passar sobre ele, é um planeta. Mas se ela piscar rapidamente é uma estrela”, disse.

O truque funciona melhor com Júpiter e Vênus, afirma o astrônomo, porque eles são mais brilhantes.

De qualquer forma, o que precisa ficar claro caso você decida “ir à caça” é que esses planetas são corpos celestes mais brilhantes vistos daqui da Terra – depois do Sol e da Lua, é claro.

Os cinco planetas não voltarão a se alinhar até 8 de setembro de 2040, quando estarão a 9,3 graus no céu.

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Misterioso pedaço de lixo espacial dirige-se à Terra

Publicado: 9 de novembro de 2015 por sundeksp em Fotos & Imagens, Reportagens
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Ele se chama WT1190F, tem entre um e dois metros e está viajando neste momento em direção à Terra.

Se a trajetória continuar como está previsto, esse misterioso fragmento de lixo espacial entrará na atmosfera terrestre em 13 de novembro (sexta-feira) às 4h19 (horário de Brasília).

 O objeto deverá cair a cerca de 65 km da costa do Sri Lanka, na ÁsiaO objeto deverá cair a cerca de 65 km da costa do Sri Lanka, na Ásia
Foto: iStock

Mas não se assuste – o mais provável é que o objeto se desintegre ao entrar em contato com a atmosfera – e se ainda sobrar algum remanescente, cairá no Oceano Índico a cerca de 65 km da costa do Sri Lanka.

Mas o que é e de onde saiu esse objeto?

Dadas suas características – seu tamanho e densidade, que indica ser oco -, é muito possível que se trate de um objeto (mais…)

Nasa confirma que achou evidências de água líquida em Marte

Publicado: 28 de setembro de 2015 por sundeksp em Fotos & Imagens
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Cientistas anunciaram nesta segunda-feira (28), no Cabo Canaveral, nos EUA, haver indícios de que Marte não tenha apenas água congelada, mas também água corrente salgada em sua superfície, o que aumenta as especulações sobre a existência de vida no planeta vermelho.

Com base em dados fornecidos pela sonda da Nasa Mars Reconnaissance Orbiter, em Marte desde 2006, a equipe de pesquisadores da França e dos EUA afirmou que linhas que correm sobre encostas na superfície do planeta vermelho podem ser de água salgada.

Os cientistas disseram ter encontrado nessas linhas evidência de sais minerais “hidratados”, que precisam de água para se formar. Tais resultados sustentariam a hipótese de haver água líquida em Marte, conclui um estudo publicado na revista científica Nature Geoscience.

Segundo os pesquisadores, as faixas estreitas de água tendem a aparecer durantes os meses mais quentes no planeta vermelho e desaparecer no restante do ano. O sal diminui o ponto de congelamento da água, o que explicaria os riachos sazonais.

Os pesquisadores afirmaram que ainda é preciso explorar mais o planeta para determinar se algum tipo de vida microscópica pode existir em Marte.

Imagem da cratera Garni mostra linhas que seriam causadas por água salgada.

Imagem da cratera Garni mostra linhas que seriam causadas por água salgada

Asteroide de 40 metros pode atingir a Terra em 2017

Publicado: 14 de abril de 2015 por sundeksp em Reportagens
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Do tamanho da Estátua da Liberdade, a pedra gigante pode causar consequências graves dependendo de onde atingir o planeta

Uma astrônoma alertou que um asteroide do tamanho da Estátua da Liberdade está em direção à Terra e pode colidir com o planeta em outubro de 2017. As informações são do The Mirror.

Segundo Judit Györgyey-Ries, do Observatório McDonald da Universidade do Texas, a pedra gigante poderá trazer um impacto maior do que aquele causado na Rússia, em fevereiro de 2013, quando o país foi atingido por este fenômeno e mais de 1.200 pessoas tiveram de ser hospitalizadas.

“O tamanho é estimado pelo seu brilho, mas não sabemos exatamente a refletividade. Assim, pode ser maior ou menos do que esperamos, tendo entre 10 e 40 metros”, afirmou.

A astrônoma americana afirmou que é possível enxergar o asteroide 2012 TC4 que poderá causar janelas quebradas e certo caos, dependendo de onde ele bater. De acordo com ela, há uma chance em um milhão de sermos atingidos.

Um asteroide gigante parecido a este quase atingiu o planeta em outubro de 2012, quando passou a 94,800 km de distância.

Fonte: Portal Terra

Cientistas descobrem que pode existir água líquida em Marte

Publicado: 13 de abril de 2015 por sundeksp em Reportagens
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Presença de vida ainda é considerada improvável no planeta. De acordo com autor da pesquisa, “a radiação que atinge o planeta é tão intensa que esteriliza a água”

Em partes do dia, pode existir água líquida na superfície do planeta vermelho(iStockphoto/Getty Images)

Em partes do dia, pode existir água líquida na superfície do planeta vermelho(iStockphoto/Getty Images)

Dados do robô Curiosity na superfície de Marte indicam que o planeta vermelho pode conter água líquida. Uma pesquisa publicada nesta segunda-feira na revista Nature Geoscience descreve a presença de perclorato de cálcio no planeta, uma (mais…)

Extrema precisão dos sinais fez com que a hipótese de terem sido emitidos por alienígenas seja considerada, porém há outras explicações

Desde 2001 astrônomos e astrofísicos se vêem as voltas com um mistério, rápidas emissões ou rajadas na frequência de rádio, chamadas em inglês de Fast Radio Bursts (FRB). Radiotelescópios têm captado esses fenômenos, e em 2014 o instrumento Parkes da Austrália, conseguiu captar uma dessas rajadas ao vivo. As anteriores foram encontradas após análise de dados gravados. Cada um desses eventos dura somente alguns milissegundos, porém sua energia em somente um milissegundo equivale ao que o Sol emite a cada 300.000 anos.

As rajadas foram detectadas acima do plano da Via Láctea e analisando certas características dos sinais eles foram capazes de descobrir como estes foram afetados por sua passagem através de materiais cósmicos, nebulosas, nuvens de gás e outros. Ondas de rádio são alongadas e retardadas ao passar por material ionizado, e assim os cientistas concluíram que as FRBs viajaram bilhões de anos-luz. O alcance das rajadas já captadas varia entre 5,5 a 10 bilhões de anos-luz, e estima-se que um desses fenômenos possa ocorrer a cada 10 segundos.

Embora tenham uma duração muito curta, os astrônomos conseguiram localizar a região onde cada uma delas foi emitida com precisão, porém não encontraram qualquer objeto nas observações, feitas na luz visível, raios gama ou raios-X. O que tem se mantido inexplicável até agora é o fato de as medidas de dispersão das ondas são múltiplo de 187,5. Uma possível explicação seria que todas as rajadas provém de cinco fontes regularmente espaçadas, a bilhões de anos-luz daqui.

POSSÍVEIS EXPLICAÇÕES

A respeito do que podem ser as fontes fala-se da interesecção de campos magnéticos de duas estrelas de nêutrons, ou um tipo muito raro de supernova cujos efeitos da explosão interajam com uma estrela denêutrons em órbita. Outro tipo de estrela de nêutrons com fortíssimo campo magnético, chamado de magnetar, é no momento a explicação preferida da maioria dos astrônomos. Alguns chegaram inclusive a comentar a remota possíbilidade de que as rajadas de rádio possam ser resultado das ações de avançadas civilizações alienígenas. Porém, a magnitude de energia produzida por esses fenômenos faz com que a maioria dos cientistas descarte a hipótese extraterrestre.

Fonte – Revista UFO

A Nasa porém enfatiza que não está se referindo à vida de “homens verdes” e, sim, “de pequenos micróbios”

Talvez não sejam como em Star Trek, extraterrestres em corpos semelhantes aos humanos, mas estamos próximos de encontrar evidências de vida fora do planeta Terra, segundo afirmaram cientistas da Nasa. As informações são da CNN.

“Eu acho que teremos fortes indícios de vida além da Terra dentro de uma década, e evidências definitivas dentro de 20 ou 30 anos. Nós sabemos o que procurar, como procurar. Na maioria dos casos, temos tecnologia ou já estamos a desenvolvendo… Então, estamos no caminho”, afirmou a cientista-chefe da Nasa, Ellen Stofan, nesta terça-feira durante um painel de discussão sobre a água no universo.

Um gráfico apresentado pela Agência Espacial americana mostra que os cientistas já encontraram evidências ou indícios de água em diversos corpos celestiais, incluindo o planeta-anão Ceres e a Lua de Júpiter, Europa. O telescópio Hubble recentemente encontrou evidências poderosas de que a Lua de Júpiter, Ganimedes, tem um oceano de água salgada em seu subsolo, provavelmente entre duas camadas de gelo.

A Nasa porém enfatiza que não está se referindo à vida de “homens verdes” e, sim, “de pequenos micróbios”. O ex-astronauta John Grunsfeld disse que as descobertas feitas até agora são bastante animadoras e que acredita que em pouco tempo a ciência será capaz de achar vida fora do sistema solar também.

Fonte Portal Terra

Aliens? Explosões fora da Via Láctea têm padrão misterioso

Publicado: 1 de abril de 2015 por sundeksp em Reportagens
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Medidas de dispersão de todas as explosões registradas são múltiplas de 187,5

Uma série de sinais pulsantes vindos de fora do sistema solar que tem sido captada pelos cientistas desde 2007 revelou um padrão inexplicável, segundo revelaram astrônomos nesta semana. As informações são do Daily Mail.

As chamadas explosões rápidas de rádio (FRB, em inglês) são raios brilhantes que duram menos de um milésimo de segundo, e foram registradas por 10 vezes pelos telescópios.  Os cientistas ainda não conseguiram entender a causa dessas explosões e, agora, outro mistério envolvendo as FRB foi levantado, já que as medidas de dispersão de todos os fenômenos registrados são múltiplas de 187,5.

A descoberta foi feita por Michael Hippke do Instituto de Análise de Dados, em Neukirchen-Vluyn, Alemanha, e John Learned, da Universidade do Havaí.  Segundo eles, a probabilidade de tal dado numérico ser “coincidência” é de 5 em 10 mil. “Se o padrão for real, será muito, muito difícil de explicar. Isso poderá ser parte de uma Nova Física, um novo tipo de pulsar, ou, por fim, se excluirmos todas as possibilidades, pode ser vida extraterrestre. Há algo realmente interessante para entendermos. Quando você começou a procurar algo novo, você pode encontrar algo inesperado”, disseram os cientistas.

Sobre as explosões rápidas, os astrônomos apontam que existem chances de serem causadas pelo colapso de uma estrela de nêutrons com um intenso campo, ou seja, corpos extremamente massivos, de campo gravitacional muito forte, que apresentariam explosões durante a morte de uma estrela, em alguma galáxia a bilhões de anos-luz do sistema solar.

Fonte: Portal Terra

Cratera gigante é encontrada na Lua pela 1ª vez em 100 anos

Publicado: 20 de março de 2015 por sundeksp em Reportagens
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Descoberta foi feita quando os pesquisadores procuravam evidências da existência de estruturas ocas abaixo da superfície da Lua

Descoberta foi feita após cientistas medirem nível de gravidade dessa região lunar  Foto: BBC / Reprodução

Descoberta foi feita após cientistas medirem nível de gravidade dessa região lunar
Foto: BBC / Reprodução

Uma cratera de 200 quilômetros de diâmetro foi descoberta na Lua por uma sonda da Nasa e identificada por pesquisadores americanos. Os resultados da descoberta foram apresentados durante um encontro científico no Texas. “Eu diria que essa é (mais…)